Seguindo o exemplo de nosso amigo Alexandre Lerch Franco, professor de Finanças
e doutorando em Economia pela UFRGS, um de nossos cotistas mais ativos, a partir
de novembro ofereceremos um plano misto de aquisição cotas + aplicação
em conta de teste.
Um dos motivos é que nosso cliente, T. R., após quase um mês
de hesitação entre adquirir cotas ou investir numa conta de teste,
acabou optando por aplicar na Bovespa, por conta própria, e perdeu cerca
de 50% de seu capital. Depois de sua dolorosa aventura, agora retornou, decidido
a investir no Saturno.
O caso de T. R. não é raro. Ao contrário, ele é
um exemplo típico. Essa situação é descrita no excelente
livro “Piense como un Gran Maestro”, de Alexander Kotov. Kotov foi
um dos 5 melhores jogadores de Xadrez do mundo, em 1952 (de acordo com o rating
de Chessmetrics). O trecho em que Kotov descreve esta situação
é este (páginas 15 e 16, clique nas imagens para ampliar):
Versão inglesa (veja abaixo em espanhol e português, se preferir):
| Versão em espanhol do texto acima: ¿Sabe usted analizar? "¿Pero saben ustedes como analizar variantes?", pregunté a mis oyentes, y sin darles tiempo a contestar proseguí: "Yo les enseñaré cómo analizan variantes, y si me equivoco, entonces deténganme. Vamos a suponer que en un determinado momento de su partida pueden elegir entre dos jugadas: Td1 y Cg5. ¿Cuál jugarían? Ustedes se acomodan confortablemente en su silla y comienzan sus análisis silenciosamente, diciéndose a si mismos las posibles jugadas: "puedo jugar Td1 y él probablemente jugará Ab7, o tomará mi peón a, que ahora esta indefenso. ¿Cuál entonces? ¿Me gusta esa posición? Van una jugada más allá en sus análisis y entonces se les pone cara larga. La jugada de la Torre ya no les interesa. Por lo tanto, consideran la jugada del Caballo - ¿Qué pasa si hago Cg5? El puede echarlo con h6, yo juego Ce4, él lo captura con su alfil, yo vuelvo a capturar y él ataca mi dama con su torre. Eso no parece muy preciso... Así que la jugada del Caballo no es buena. Hay que ver otra vez la jugada de la Torre. Si el juega Ab7 yo puedo contestar f3, pero ¿qué ocurre si él captura mi peón a? ¿Qué puedo jugar entonces? No, la jugada de la Torre no es buena. Debo considerar la jugada del caballo otra vez. Por lo tanto; Cg5,h6,Ce4, Axe4, Dxe4, Td4; ¡No es buena! Así que no debo mover el caballo. Hay que intentar la jugada de la torre otra vez. Td1, Dxa3. En este momento, ustedes echan una mirada al reloj. ¡Dios mio, ya llevo treinta minutos pensando si mover la Torre o el caballo. Si ocurre así, ustedes están realmente apurados de tiempo. Y entonces, de repente, se les ocurre la feliz idea. "Por qué mover la Torre o el Caballo? ¿Qué ocurre con Ab1? Y sin ninguna otra dificultad, sin ningún análisis, ustedes mueven el Alfil. Exactamente como antes, sólo que sin considerarlo". Mis palabras fueron interrumpidas por los aplausos. El público reía, tan exacta fue mi descripción de sus desgracias y tribulaciones. Cuando les revelé que estaba escribiendo un libro para explicar todo lo que yo sabía sobre los análisis, basado en lo que había aprendido de otros grandes maestros y en lo que había descubierto por mi mismo, fui premiado otra vez con aplausos. Você sabe como analisar? Recentemente, eu fui convidado para o encerramento de
um torneio de times no qual ambos os jogadores candidatos a mestre e a
primeira-categoria estavam jogando. Eu perguntei à minha audiência
sobre o que eles gostariam, então, de conversar e eu fui inundado
com pedidos. Alguns jogadores me pediram para demonstração
uma combinação interessante, enquanto outros queriam saber
como jogar a Defesa Siciliana corretamente com as Pretas. |
Os três livros de Kotov: “Piense como un Gran Maestro”, “Entrene como un Gran Maestro” e “Juegue como un Gran Maestro” estão entre os melhores livros didáticos já escritos, não apenas sobre Xadrez, mas entre todos os temas, e contribuíram para a formação de 2 ou 3 gerações de grandes jogadores. O que Kotov descreve nesse pequeno trecho se aplica a todas as áreas, e ele conseguiu, com estas poucas palavras, descrever a essência do processo cognitivo, durante um processo decisório qualquer, que induz a muitos erros (vícios cognitivos). A pessoa dispensa tanto tempo e energia à análise de uma situação dicotômica, que no final, cansada de analisar, acaba optando por uma terceira opção, geralmente pior e escolhida com base numa avaliação muito superficial, simplesmente para escapar da situação de estresse da escolha em que não estava fácil decidir o que fazer.
No livro “Magos do Mercado”, Ed. Seykota, pioneiro
mundial no uso de sistemas automáticos de investimento, também
comenta que todas as pessoas conseguem o que querem, e muitas não querem
ganhar no Mercado; querem apenas se divertir perdendo dinheiro na Bolsa, assim
como outras gostam de perder em cassinos ou no bingo. Elas não jogam
para ganhar. Jogam para se divertir, e atingem o objetivo de se divertir. Certa
vez eu disse a minha prima que ela não deveria jogar bingo, porque não
havia chance de ganhar a longo prazo, já que apenas 30% da arrecadação
era revertida em prêmios. E ela me respondeu: “Mas eu não
jogo bingo com o objetivo de ganhar dinheiro. Para ganhar dinheiro eu trabalho.
Eu jogo bingo para me divertir.” Então compreendi que eu estava
errado ao pensar que ela estaria errada, pois eu estava supondo que ela jogava
com o objetivo que, se fosso tangível, eu me levaria a ter interesse
em jogar. Também Jesse Livermore, o maior trader da história,
falou sobre o mesmo assunto, quando perguntaram a ele: “Mas você
não acha tedioso ficar o dia todo acompanhando as cotações,
algumas vezes sem executar nenhuma operação? Isso não o
aborrece”. E Livermore respondeu: “Mas eu não opero no mercado
para me divertir. Faço isso para ganhar dinheiro”.
Há pessoas que entram no mercado para ganhar, outras entram para se divertir.
E, por mais estranho que possa parecer, algumas entram para perder, para se
martirizar, porque sentem necessidade de receber atenção e com
isso acham que conseguem a atenção que gostariam. Seykota comenta
inclusive sobre uma mulher com câncer, e que o médico desconfiou
que ela talvez tivesse criado um vínculo emocional com a doença
e não quisesse ser curada, porque gostava de usar a doença para
chamar a atenção. Então o médico decidiu fazer um
teste dizendo a ela que havia um tratamento que poderia curá-la. Pois
bem, todas as vezes que ele tentou iniciar o tratamento, ela apresentou alguma
desculpa para evitar, corroborando a tese de que ela realmente não queria
ser curada, ela gostava daquela situação. Assim é com muitas
pessoas no Mercado, e não fosse por elas, os vencedores teriam um trabalho
muito mais duro digladiando-se entre si, para disputar cada centavo.
Foi nessa acepção que Seykota afirmou que as pessoas conseguem
aquilo que querem, mas discordo um pouco dele, porque algumas não sabem
o que realmente querem. No fundo, todas querem o que é melhor para elas,
mas muitas não sabem o que é realmente o melhor. Quando uma pessoa
joga Xadrez, ela quer fazer os melhores lances, mas raramente consegue. A vida
é muito mais complexa que o Xadrez, portanto muito mais difícil
de se tomar as melhores decisões. Por outro lado, os competidores na
vida são, em média, muito mais fracos que a média dos bons
jogadores de Xadrez, e para superá-los não é necessário
tomar as melhores decisões, basta acertar mais do que os concorrentes.
Ainda assim não é fácil, porque o dinheiro perdido pelas
massas é acirradamente disputado pelas minorias vencedoras. Ficar fora
do grupo das massas que perdem já constitui uma decisão importante,
e entrar no grupo mais promissor representa um passo decisivo para o sucesso.
Mas identificar grupos realmente promissores no início, antes de se tornarem
sucessos retumbantes, não é fácil. Depois que o sucesso
já foi alcançado, é fácil, porém não
é lucrativo. Quem comprou ações da Coca-Cola junto com
Buffett ficou rico, mas quem comprou em 1997 ou 98 está ainda no prejuízo.
Quem comprou Microsoft em 1986 ficou muito rico, mas quem comprou em 1999, quando
estava no apogeu, está com mais de 50% de prejuízo. O Yahoo deixou
de comprar o Google por mísero 1 milhão de dólares, e agora
o Google é maior que o Yahoo e a marca mais valiosa do mundo.
Um amigo me enviou esta pergunta antes de adquirir suas cotas:
Outra coisa: espero estar errado e torço pra isso. Nos tempos atuais os melhores fundos ja são automaticos e dizem que 20 a 30% do mercado fazem parte desses fundos, ou seja, é um mercado que realmente ja existe e tem gente boa e muita grana rolando pra aprimorar softwares TS das instituicoes financeiras. Muitos usam as melhores plataformas, as melhores mentes, tentam estimar o futuro atraves de indicadores (inteligencia artificial), fazem interrelacao de pares afins. ex: petrobras3, petr4, petroleo, dolar para refinar compras e vendas, tem dinheiro para impor estrategias. Ou seja, o que nos desenvolvemos, principalmente o que vc desenvolveu tem o seu valor e muito, pra se efetuar transacoes para um pessoa fisica unica por exemplo acho que é fantastico, agora será que conseguiriamos transformar um TS em um software de ponta no mercado financeiro?, a estrategia das m moveis é super interessante mas sera o suficiente para um mercado tão mutável? E daqui a 3 anos será que as medias como usamos ainda serao funcionais? Sei que filmes independentes tb fazem sucesso, mas será que TS independente tb pode fazer? Gostaria muito que fizesse. Gostaria que fizesse algumas consideraçoes sobre isso por favor, sobre como vc enxerga , sua visão com pe no chao sobre o mercado e o TS hoje, as perspectivas e o porque seriamos capazes de passar por cima de todo o sistema financeiro com seu dinheiro e mentes diplomadas em ciencia da computacao, economia, estatistica e etc e colocarmos o Saturno com o TOP do mercado. vlw
E minha resposta (num contexto diferente, porém foram estas as palavras) foi:
Você diz que há muitos fundos geridos por ATS, porém creio que poucos, talvez nenhum, tenha boa qualidade. Entre os 20 melhores softwares de Xadrez do mundo, TODOS foram concebidos por 1 programador, não por uma grande equipe. Alguns programadores passaram a ter equipes depois de ganharem algum dinheiro com seus programas, mas eles continuam fazendo praticamente toda a parte heurística e, no máximo, consultam algum Grande Mestre de Xadrez para agregar novos critérios à estratégia. Em 1995 o Star Socrates, desenvolvido pelo MIT, com 1824 co-processadores ( http://www.cs.umbc.edu/conferences/mtd95/mm_match/ , http://www.cs.unimaas.nl/ICCA/WCCC8/participant.html , http://www.cs.unimaas.nl/ICCA/WCCC8/latest.html ), participou do campeonato mundial de computadores de Xadrez, mas o campeão foi o Fritz 3.06 rodando num simples Pentium 90MHz e desenvolvido por um programador sozinho (Frans Morsch). Isso não foi uma exceção, e programas como Hiarcs, Junior, Chess Genius, Nimzo, Shredder, Tiger, Rebel etc., desenvolvidos por uma pessoa só, suplantaram supermáquinas ("super" em quantidade de processadores e quantidade de integrantes nas equipes que os construiu) como Deep Blue, Deep Tought, Star Socrates, Ferret, Kaissa etc. Entre as competições de computadores desde a década de 1970, sempre houve mainframes com programas feitos por grandes equipes participando, e equipes muito bem qualificadas, da IBM, AT&T, MIT, etc., e na maioria das vezes foram os PCs simples com programas feitos por um entusiasta independente que venceu a competição. As grandes equipes geralmente são contratadas por uma empresa, são assalariados cujo objetivo é prestar contas ao patrão, ao contrário dos autônomos que estão diretamente interessados no sucesso do que fazem, e precisam fazer o melhor possível, não apenas dar satisfações ao patrão, mas sim fazer algo que realmente funciona. Para construir um prédio ou carregar sacos de batata, acho que uma equipe produz mais que uma pessoa. Mas quando se trata de criação intelectual, não acho que 1000 pessoas juntas pintariam melhor que um Picasso ou demonstrariam o Último Teorema de Fermat "melhor" que Wiles. A analogia que fiz não se aplica exatamente, mas é razoavelmente correta. Mas mesmo que não fosse esse o caso (e eu até preferiria que não fosse, porque os méritos seriam maiores depois de superar os desafios), eu estou habituado a disputas em condições desiguais e me sinto confortável e estimulado por saber que há muitas pessoas com muito mais recursos e, apesar disso, com resultados abaixo dos meus. Isso indica que quando eu tiver condições melhores, o spread em relação a eles vai aumentar.
O perfil médio dos cotistas do Saturno é extremamente elitizado
intelectualmente. Destacam-se pela criatividade, pensamento lógico, feeling
para negócios e refinado discernimento. Mais da metade dos cotistas é
constituída por engenheiros. A média aritmética do QI dos
cotistas que foram examinados com testes normatizados é 161 (4 cotistas
com QI avaliado em testes normatizados). Seguem dados sobre alguns cotistas:
A.L.F., professor de universitário finanças,
palestrante sobre investimentos, consultor, residente no RS.
D.U., primeiro arquiteto da Dinamarca (não sei se ele falou sério
quando disse isso), autor de vários trabalhos assistenciais na África,
integrante de várias sociedades de elevado QI, chefe de uma tribo em
Gana(!).
E.B., um dos maiores escores no Power Test (um dos testes de QI mais difíceis
que existe) e autor de uma das melhores respostas ao Sigma Desafio da Esfera,
participou na construção e projeto de vários edifícios
com mais de 100 andares, residente no RS.
E.F., autor de um método para ganhar em cassinos, engenheiro,
residente em Portugal.
E.N., forte jogador postal de Xadrez, atualmente residente no Japão.
M.C.F., notável artista digital, compositora, fluente em 5 idiomas, graduada
summa cum laude em Letras, integrante de dezenas de sociedades de elevado QI,
residente na Austrália.
P.R., campeão em diversas competições de investimentos, com mais de 15 anos de experiência no Mercado Financeiro.
R.D., quinto colocado no ranking brasileiro de Magic The Gathering, um jogo de estratégia muito complexo, talvez equivalente ao Xadrez, quase graduado summa cum laude (não o foi por motivos de saúde). Muito amavelmente me hospedou durante os 18 dias que passei em Porto Alegre, na reunião com os cotistas do Sul.
R.P.G., fundador da comunidade Pai Rico Pai Pobre (sem MMN), com mais de 4000 participantes, engenheiro, residente em Florianópolis.
V.B.S., empresário, residente em SP.
Conforme disse nosso amigo Wanderson Lage, o Saturno é um projeto como
o Google (veja aqui o depoimento de Wanderson e outros: http://www.sigmasociety.com/novos_depos.htm).
Na verdade, o Saturno tem muito mais possibilidades do que o Google, porque
com ele podemos atuar em muitos mercados diferentes, comprando e vendendo rapidamente
divisas, commodities, índices, ações etc., enquanto os
proprietários do Google não teriam como se desfazer da empresa
nos momentos de queda e comprá-la de volta quando voltasse a subir. Enfim,
é um negócio para poucos e bons, que são capazes de enxergar
e farejar possibilidades onde a maioria não consegue perceber nada, e
assim como todo gigantesco empreendimento, ainda pequeno, só quem ingressa
no início é que consegue desfrutar a maior parte dos benefícios,
crescendo junto. O prêmio pela coragem e perspicácia é para
poucos. Pessoas de visão estreita, compram blue chips e ganham, em média,
10% ao ano, se tiverem disciplina para segurar durante 50 anos, caso contrário
podem ficar negativas, como quem entrou na Vale ou na Petro em 2007. Pessoas
de visão ampla e aguda entram nas que serão as futuras blue chips.
Se a pessoa souber escolher bem onde coloca seu dinheiro, consegue conciliar
altíssima rentabilidade com baixíssimo risco.
As opções de investimento que oferecemos com o Saturno são
a aquisição de cotas ou o investimento em contas de teste. Para
pessoas empreendedoras, considero o investimento em cotas mais apropriado, porque
a aplicação em contas de teste é um processo passivo, enquanto
a compra de cotas implica participação ativa como sócio.
Para pessoas que não disponham de tempo ou não tenham interesse
em participar ativamente, a aplicação em contas de teste pode
ser mais atraente, pois consiste apenas em aplicar e aguardar. No caso de Alexandre
Franco, aplicou metade em cotas e metade numa conta de teste. E esta alternativa
talvez seja atraente a muitas outras pessoas, por isso é que a partir
de novembro teremos um plano misto com características especiais: ao
adquirir 0,1% de cotas por R$ 90.000,00, parte deste valor (R$ 40.000,00) é
destinado a uma conta de teste de propriedade conjunta, meio a meio. Com esta
nova alternativa, resolvemos o dilema descrito por Kotov. Assim a pessoa pode
desfrutar os benefícios de ser cotista e viver a emoção
de ter sua conta administrada por um sistema extremamente promissor. Entre as
vantagens de ser cotista, podemos citar as seguintes:
1) Participação nos lucros auferidos com venda de licença
do Saturno para bancos ou outras instituições. É provável
que em cerca de 2 ou 3 anos, o valor de uma licença seja negociado na
faixa de alguns bilhões de reais. O valor atual, se surgir algum comprador,
seria 60 milhões de reais. Portanto o cotista pode recuperar seu investimento
com imenso lucro em questão de poucos anos.
2) Participação nos lucros provenientes de locação
do Saturno.
3) Liberdade para escolher a versão do Saturno que deseja ter administrando
sua conta, bem como escolher o nível de risco que melhor se ajusta ao
seu perfil (essas possibilidades de escolha não são facultadas
aos não-cotistas).
4) Liberdade para investir qualquer quantia.
5) Acompanhar regularmente contas de teste, tanto demonstrativas quanto reais,
e flexibilidade para trocar a versão ou o nível de risco de sua
conta quando desejar (no máximo 1 troca por mês).
6) Recebe periodicamente notícias e informações relacionadas
as aspectos técnicos e comerciais do Saturno.
7) Participação em fórum com outros cotistas, um canal
para esclarecimento de dúvidas, troca de idéias e impressões,
para envio de sugestões etc.
8) Condições privilegiadas para aplicar capital próprio,
com 50% de desconto na taxa de performance: em vez de 20% de taxa de performance,
paga metade, isto é, 10% sobre o que exceder o CDI.
9) Acesso a vasto material exclusivo, incluindo artigos com teor técnico
e didático, séries históricas e outros materiais.
10) Flexibilidade para negociar condições do contrato, personalizando
o formato de acordo com as necessidades e interesses individuais, desde que
mantida paridade aproximada com o padrão dos demais cotistas.
As condições para ser cotista são:
1) Enviar uma carta, objetiva, informando os motivos pelos quais deseja se tornar
cotista.
2) Concordar em doar pelo menos 10% de sua rentabilidade a entidades assistenciais,
a sua livre escolha (basta enviar comprovação periódica
de que efetuou as doações).
3) Comprometer-se a enviar pelo menos 4 depoimentos (depois de 1, 3, 6 e 12
meses), relatando suas impressões e informando os resultados de sua aplicação.
As condições para aplicar em conta de teste são:
1) Investimento mínimo de R$ 1.000.000,00.
2) Comprovação sobre a proveniência e regularidade fiscal
do dinheiro.
3) Concordar em doar pelo menos 10% de sua rentabilidade a entidades assistenciais,
a sua livre escolha (basta enviar comprovação periódica
de que efetuou as doações).
Está em andamento uma extensa e detalhada pesquisa sobre as condições
para criação de um fundo de investimentos. Até o presente
momento, já pesquisamos algumas possibilidades na Suíça,
nas Antilhas Holandesas, Ilhas Caimans, Ilhas Virgens Britânicas, Uruguai,
Nassau e Hong Kong. A alternativa que mais tem despertado nossa atenção
é a sugestão de Wanderson Lage, em Gibraltar, que, além
das vantagens tributárias, é o único lugar na Europa com
isenção no VAT. Com isso se consegue incrementar sensivelmente
os ganhos, tudo perfeitamente dentro da Lei, a exemplo de George Soros, cuja
fortuna seria cerca de 12 vezes menor, se ele não tivesse colocado seu
fundo num paraíso fiscal.
Formulário para contato: http://www.sigmasociety.com/contatos/sigma_formulario.asp